segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Nada mais

No impulsionar da

Minha rica lucidez,

Encontrei aquilo que

Identificava como

Escassez.

Era forte a tua essência,

O seu valor, princípios,

Ideias, moral, decência.

E num coincidir de vidas,

O interesse despertou,

Provocando uma subida da vontade,

Do teu sabor.

Era belo o seu aspecto…

Uma luz irradiava perante a sua boca,

Na cabeça, o Ressurrecto

Sem tempo para ideias ocas.

Era macio o seu falar,

Sempre com algo a dizer,

Num tom quase que a sussurrar,

Eu, respirava, você.


Nathalia Albuquerque

3 comentários:

Rita disse...

OPA!!! E depois você diz que não.... tá apaixonadinha ;-)

Nathalia disse...

As vezes estar apaixonada não basta.
As vezes ate atrapalha --'

Rita disse...

hmmmmmmmmmmm Talvez vc esteja certa! Durante a adolescencia é muito comum paixões platônicas daquelas que nos tira o ar, e que os adultos teimam em não levar a sério, mas que é um amor tão grande e tão verdadeiro quanto qualquer outro. Nesses momentos, estar apaixonada atrapalha, porque passamos horas nos depreciando, nos mal-dizendo, enfim... e perdemos um tempo precioso: o da juventude! Isso acontece com todos os adolescentes.
Mas na sua idade (um pouco mais madura) estar apaixonada não deveria atrapalhar; devia ser um motor propulsor que te levasse lá onde está o seu amor, o seu premio. Se fazer entender, se fazer notar... e sei que vc é capaz disso sem nenhum problema. As vezes o que nos atrapalha é a nossa cabeça!
Não tenha medo de se apaixonar, tenha medo de ficar sozinha!
Beijocas da titia doiiiida! (fiz o blog, mas ainda não escrevi nada de jeito heheh)